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Bernardo, 9 anos, em tratamento contra a perda progressiva de visão

Bernardo está perdendo a visão aos poucos. Os próximos 60 dias são a última chance de salvar a luz nos olhos dele. 💙

Sem tratamento urgente, as sombras que ele enxerga hoje podem virar escuridão permanente.

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— Jesus (Mateus 19:14)

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Uma doença rara está apagando o mundo diante dos olhos do Bernardo — e os próximos 60 dias decidem tudo.

Bernardo tem 9 anos. Gosta de futebol, de montar peças de Lego no chão do quarto e de contar piadas ruins que só ele acha engraçadas. Mas há alguns meses, alguma coisa mudou. Ele começou a tropeçar em objetos que sempre estiveram no mesmo lugar. Parou de pegar as coisas com precisão. Começou a reclamar que "as cores pareciam apagadas".

A mãe levou ao médico achando que era cansaço, talvez necessidade de óculos. O que veio foi muito pior: Atrofia do Nervo Óptico, uma doença rara e progressiva que destrói as fibras responsáveis por transmitir as imagens do mundo até o cérebro. Fibra por fibra. Sem parar.

"O médico mostrou a imagem do nervo do Bernardo na tela. Parecia uma folha de árvore no inverno — cheia de buracos onde deveria ter fibras saudáveis. Metade já tinha ido." — relata a mãe.

No consultório, enquanto a mãe tentava absorver o diagnóstico, o Bernardo puxou a manga dela e perguntou em voz baixa: "Mãe, quando ficar tudo preto, você vai ficar do meu lado?"

Ela conta que não conseguiu responder. Apertou a mão dele e virou o rosto. Nenhuma mãe deveria ouvir isso de um filho de 9 anos.

O oftalmologista foi direto. Mostrou o exame de OCT — uma espécie de mapa tridimensional do nervo óptico — e explicou o que aquelas manchas cinzas significavam. "Em um nervo saudável, essa área estaria completamente preenchida. No Bernardo, já perdemos mais da metade das fibras." A mãe perguntou: quanto tempo eles tinham? A resposta chegou sem rodeios: "Sessenta dias para agir. O que for perdido depois disso, não volta mais."

Hoje o Bernardo ainda enxerga vultos. Ainda reconhece a silhueta da mãe ao entrar no quarto. Ainda sabe quando é dia ou noite. Mas essa janela está se fechando — e quando fechar, não abre mais.

Pesquisando com desespero em grupos de famílias que passaram pelo mesmo, a mãe encontrou relatos de uma clínica especializada na Tailândia que realiza tratamento com células-tronco em casos de Atrofia do Nervo Óptico. Um protocolo avançado que, segundo os médicos do grupo, tem mostrado resultados reais: freia a progressão da doença e, em alguns casos, consegue recuperar parte da visão que ainda não foi completamente perdida.

O problema: o custo total é de R$ 50.000. Passagens internacionais de ida e volta para Bernardo e a mãe, o procedimento na clínica especializada, 45 dias de hospedagem e alimentação fora do país, medicamentos do protocolo pós-tratamento. Tudo somado — um valor que essa família não tem como alcançar sozinha.

A mãe já vendeu o carro, contraiu empréstimos e pediu ajuda a todo mundo que conhece. Com tudo isso, conseguiu uma fração do valor necessário. O tempo não para de correr.

Muita gente pergunta: "Mas o plano de saúde não cobre?"

A Atrofia do Nervo Óptico rara como a do Bernardo não possui tratamento disponível no Brasil — nem pelo SUS, nem pela maioria dos planos. O protocolo com células-tronco existe exclusivamente em clínicas internacionais especializadas. O que o sistema cobre são exames e consultas de acompanhamento — que confirmam, semana após semana, que a doença continua avançando.

O Bernardo não entende muito bem por que precisa de tantos exames. Ele sabe que enxerga cada vez menos. Sabe que a mãe chora escondido depois que ele dorme. Sabe que os adultos ficam com expressão séria quando falam sobre ele.

O que ele pediu uma vez, num momento de simplicidade que parte o coração: "Mãe, me ajuda a conseguir enxergar direito de novo. Quero ver o gol quando eu marcar no campeonato da escola."

Ele ainda acredita que vai marcar esse gol. A gente não pode deixar essa esperança apagar junto com a visão dele.

O tratamento existe. A janela ainda está aberta. O que não pode acontecer é deixar o tempo passar sem agir.

Se esta página chegou até você, não foi por acaso. Talvez alguém de confiança tenha compartilhado. Talvez você tenha buscado uma forma de fazer algo que realmente importe.

Uma doação de qualquer valor — R$ 20, R$ 50, R$ 100 — somada à de centenas de outras pessoas é o que vai levar o Bernardo à Tailândia a tempo. E se hoje não for possível doar, compartilhe. A mensagem certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta para completar essa meta.

Se você pode doar, doe agora. Se não puder, compartilhe. Cada hora conta para o Bernardo.

Sua doação vai diretamente para o custeio do tratamento do Bernardo,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.

Custos do Tratamento

Atualizado mensalmente
Item Descrição Valor
Tratamento células-tronco Procedimento na clínica especializada na Tailândia R$ 28.000
Passagens aéreas Ida e volta para Bernardo e acompanhante R$ 8.500
Hospedagem e alimentação Período hospitalar estimado de 45 dias R$ 6.500
Medicamentos pós-tratamento Protocolo medicamentoso após o procedimento R$ 4.800
Exames e consultas Acompanhamento especializado pré e pós-tratamento R$ 2.200
Total R$ 50.000

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    • Renata Borges

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      Fiquei sabendo da história do Bernardo pelo grupo da escola da minha filha. Aquela frase dele — "como vou saber onde você está" — não saiu da minha cabeça a semana toda. Que Deus proteja esse menino.

    • Thiago Cavalcanti

      doou há 18 min

      Sou pai de um menino de 8 anos. Não consigo imaginar passar por isso. Dei o que pude e compartilhei com todos. Que essa meta seja alcançada antes do prazo.

    • Maria de Lourdes

      doou há 1 hora

      Sou avó e tenho neto da mesma idade. Quando li sobre o Bernardo, não consegui ficar parada. Fiz minha parte, peço a todos que façam a sua também. Uma criança não pode perder a visão por falta de recurso.

    • Dra. Patrícia Lima

      Oftalmologista

      Sou oftalmologista há 15 anos. A Atrofia do Nervo Óptico progressiva é uma das condições mais devastadoras porque as fibras perdidas não se regeneram. O protocolo com células-tronco descrito existe e tem apresentado resultados promissores. Cada dia importa. Apoiem essa causa.

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